Mulher na Política Ética e Verde

Verde porque te quero bem! Bem lembrada, à altura de quem sempre se faz presente.

O dia internacional da mulher é um marco dedicado àquelas que embora do sexo frágil têm se mostrado fortes em meio as adversidades que o mundo moderno tem nos proporcionado. As conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres ao longo dos anos têm denotado a força e a garra de nossas guerreiras em fazerem sua presença bem notada nos diversos seguimentos da nossa sociedade.

O que nos traz a reflexão de forma literal, um dia da mulher como muitas vezes marcado por presentes simbólicos, flores, poemas, frases e homenagens, que se encerram ao final deste mesmo dia, mas na sua marca natural as nossas guerreiras se fazem lembrar em cada luta vencida, sempre de pé acenando sua bandeira, mulher sim, mas não só por um dia, que seja em todos os dias, que seja celebrada, sim, todas as nossas guerreira.

Não podemos retroceder no que avançamos, verde que te quero bem! A luta contínua companheiras!!!

PARA REFLETIR:

Você sabia que as mulheres são as mais impactadas pela mudança do clima?

Produtora de alimentos agroecológicos no BrasilAs Mulheres correm o risco de terem os seus direitos e corpos violados todos os dias. A mudança do clima só agrava esse cenário. A data do dia 8 de março é mais um dia de luta. Luta pelos nossos direitos. Pela nossa vida.

Segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, no Brasil, uma mulher é violentada a cada 11 minutos e, em 2016, a cada hora 503 mulheres sofreram agressão física. Uma grave violação dos nossos direitos. Dos direitos humanos fundamentais. A mudança do clima só piora esse cenário. Ela é responsável por diversos desastres, como inundações, secas, furacões devastadores e outros eventos climáticos extremos. Eventos que fazem famílias inteiras se deslocarem ou terem suas terras e casas arrasadas. O empobrecimento causado por esses desastres só aumenta os riscos de violência contra as mulheres.

Banner colocado pelas ativistas do Greenpeace Brasil no escritório de São PauloNa América Latina, por exemplo, 45% das mulheres são responsáveis pela produção alimentar doméstica. As mudanças climáticas obrigam essas mulheres a andar dezenas de quilômetros todos os dias para garantirem água, lenha e comida para as suas famílias. Ao andar essas longas distâncias para encontrar esses itens, elas tornam-se vulneráveis à violência.

A emissão de gases de efeito estufa afeta o planeta. Afeta a vida das mulheres. A nossa vida. Por isso, neste dia 8 de março, inúmeras mulheres ligadas ao Greenpeace foram às nas ruas lutar por suas vidas e de todas as milhares de mulheres que sofrem com a violência, com o desrespeito e com as mudanças climáticas, em busca de um mundo justo e sustentável.     
Fonte: Greepeace